A reescrita de software científico exige preservar o comportamento numérico. O registro MESA de 7 de setembro de 2026 descreve a conversão de 13 módulos Fortran em crates Rust, usando a implementação original como referência.
O registro relata 139,414 linhas Fortran → 89,946 linhas Rust, 1,052 testes aprovados e 10.64 dólares em tokens. O repositório documenta testes de referência contra as saídas Fortran e 18 testes ignorados, além dos aprovados.
As acelerações medianas de 1.55–6.87× em Evidence são resultados de benchmarks, não uma melhoria uniforme de todo o MESA. Separadamente, a tabela do README de 5 de agosto relata 1.25× para a combustão em uma zona, usada como carga representativa de ponta a ponta. Cargas e momentos de medição distintos devem permanecer separados.
A migração cobre módulos numéricos e físicos selecionados, não todo o MESA; os motores de evolução estelar e binária ficam excluídos. O caso mostra como verificar o comportamento pode orientar a reescrita de código existente. Os resultados são relatados pelo projeto, sem reprodução independente; os custos dos tokens excluem o hardware.